
Brasília (DF) – Agosto de 2025 ficou marcado por uma intensa agenda de ações do Mulheres Republicanas em diferentes regiões do país. As iniciativas abrangeram o combate à violência contra a mulher, o fortalecimento da participação feminina na política, políticas públicas voltadas à infância, à saúde e à inclusão social, além da ampliação da estrutura organizacional do movimento nos estados e municípios.
No âmbito do enfrentamento à violência doméstica, o Senado lançou, por iniciativa da secretária nacional do Mulheres Republicanas, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a campanha Agosto Lilás, reforçando a conscientização sobre a Lei Maria da Penha e os canais de denúncia. A campanha é regulamentada pela Lei 14.448/2022 e também marca o aniversário da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), considerada referência mundial em proteção às mulheres. “Ao longo dos anos, o Brasil avançou com leis e estruturas de apoio, mas a violência de gênero persiste e, em alguns aspectos, cresce. Precisamos de uma nova consciência coletiva para enfrentar esse mal”, afirmou Damares.
Seguindo esse contexto, a Lei de Combate à Violência Política contra a Mulher, de autoria da deputada federal licenciada e coordenadora do Observatório Nacional de Combate à Violência Política Contra a Mulher, Rosangela Gomes (Republicanos-RJ), completou quatro anos de vigência, sendo reconhecida como um marco para a proteção da atuação feminina no espaço político. Como autora da lei e líder no enfrentamento à violência política de gênero, a republicana também celebrou o compromisso institucional da sigla com a causa. “Sinto-me exultante em ver que o meu partido atua com seriedade na defesa das mulheres. Desde a criação da agremiação, a pauta feminina sempre foi tratada como prioridade”, destacou.
A mobilização nacional também marcou os 19 anos da Lei Maria da Penha, com ações promovidas por lideranças em diversos estados. Entre elas, a deputada estadual Mara Lima (Republicanos-PR), que apresentou o projeto “Maria da Penha Vai à Roça”, inspirado em iniciativa do Mulheres Republicanas Nacional, com foco no alcance da legislação em áreas rurais. A proposta amplia a conscientização, prevenção e o enfrentamento da violência contra a mulher em áreas rurais e comunidades tradicionais. “As mulheres rurais enfrentam desafios específicos e, muitas vezes, não têm acesso às políticas públicas de proteção. Com este programa, queremos mudar essa realidade, levando campanhas educativas, apoio e prevenção, diretamente, às comunidades”, afirmou.
Já a deputada federal Franciane Bayer (Republicanos-RS), protocolou uma proposta para fortalecer campanhas da Lei Maria da Penha nas redes sociais. A iniciativa busca ampliar a efetividade das ações, principalmente junto ao público jovem, considerado mais vulnerável a situações de violência. “As campanhas precisam estar onde as pessoas estão. Hoje, as redes sociais são os espaços de maior interação e influência. É essencial comunicar-se com o público em formatos e linguagens que falem a sua língua”, destacou.
Na saúde, a parlamentar destinou destinou R$ 17 milhões em recursos para o fortalecimento do atendimento no Hospital São Lucas da PUCRS.
No Amapá, a secretária de Assistência Social e deputada federal licenciada, Aline Gurgel (Republicanos), participou da inauguração da Casa da Mulher Brasileira, considerada um avanço histórico na rede de proteção às mulheres no estado. A republicana é autora de emenda no valor de R$ 5,5 milhões que viabilizou a obra. “Esse espaço representa acolhimento, proteção e atendimento integrado às mulheres vítimas de violência. Essa conquista é resultado de décadas de luta de mulheres, da sociedade civil organizada, do poder público e de todos que uniram forças para tornar esse sonho possível”, disse.
Na área de políticas públicas para a infância e inclusão, a vereadora de Formoso do Araguaia (TO), Cristina Rezende (Republicanos), ganhou destaque com leis voltadas à proteção da infância e ações de inclusão social.
Em São Luís (MA), a Câmara Municipal aprovou projeto da vereadora Rosana da Saúde (Republicanos) que institui uma política de diagnóstico tardio do transtorno do espectro autista (TEA).
O mês também foi marcado pelo fortalecimento institucional do movimento. O Mulheres Republicanas Porto Alegre (RS) empossou a nova executiva municipal. No Mato Grosso, a vereadora Maysa Leão (Republicanos) assumiu a coordenação estadual do Mulheres Republicanas no estado. No Pará, o comando do Mulheres Republicanas no estado está com a Professora Shirley Alves, que assumiu com a missão de ampliar a participação feminina nos espaços de decisão e traçar estratégias para eleger mais mulheres nas eleições 2026.
Por fim, outras iniciativas de destaque durante o mês incluíram a criação da Escola do Legislativo em Descalvado (SP), idealizada pela vereadora Dra. Vanisse (Republicanos); o lançamento da edição 2025 do projeto “Por Todas as Marias”, idealizado pela primeira-dama do Tocantins, Karynne Sotero (Republicanos), que tem como objetivo ampliar ações de conscientização e enfrentamento a todas as formas de violência contra a mulher.
Por Ascom – Mulheres Republicanas Nacional

