
Porto Alegre (RS) – Na busca de preparar as mulheres para as eleições em outubro deste ano, o Mulheres Republicanas, tem realizado nos estados a capacitação política “Formando Mulheres Para o Futuro”. O último, aconteceu na Assembleia Legislativa de Porto Alegre, no sábado (26) e reuniu diversas republicanas do Rio Grande do Sul, onde autoridades políticas e especialistas, puderam contribuir com seus conhecimentos para preparar as filiadas do Republicanos. Entre eles, o Observatório Nacional de Combate à Violência Política Contra a Mulher.
Atuando de forma intrapartidária, o Observatório, é regido pela Lei 14.192/2021 de autoria da deputada federal Rosangela Gomes (RJ) que também é coordenadora nacional da pasta. A parlamentar que por motivos de pré-campanha não pôde comparecer ao evento, foi representada por Rosana Ribeiro que compõe a Executiva do órgão.
Durante sua apresentação, Rosana, mostrou às republicanas o que realmente se enquadra como violência política às mulheres, mostrou as atividades do Observatório, reforçou sobre a Lei 14.192/2021 e revelou alguns casos recentes que repercutiram como a violência política. “É importante revelar às republicanas principalmente o que se enquadra e o que não se enquadra como violência política, baseado na Lei. Pois é nela que o Observatório se pauta para abrir suas diligências. Busquei dar a elas a compreensão de que em todos os casos, há a necessidade de se comprovar os fatos. Sem a prova, não conseguimos seguir com a abertura do chamado e assim dar seguimento com a nossa Comissão de Ética”, reforçou a republicana.
Para a secretária do Mulheres Republicanas no Rio Grande do Sul, Beth Colombo, a participação do Observatório foi um privilégio. “Somos um partido agraciado com a oportunidade de ter um órgão que cuida desse ponto tão importante às mulheres. Agradeço a Rosana por estar aqui, a querida deputada Rosangela Gomes que é a autora da Lei, e a nossa secretária Liziane Bayer, por entender a necessidade de trazer o Observatório para perto da gente, e assim fazer com que eles também contribuam com ainda mais conhecimento”, disse a secretária de Educação de Canoas.
Em pouco mais de 65 dias para a realização das eleições, que acontecem em 4 de outubro, a secretária nacional do Mulheres Republicanas, Liziane Bayer, tem trabalhado de maneira intensa para que as mulheres estejam preparadas para enfrentar a disputa eleitoral. Nesse contexto, contar com a participação do Observatório nos eventos de formação, representa um importante reforço às iniciativas de capacitação, garantindo que as pré-candidatas e candidatas conheçam seus direitos, saibam identificar situações de violência política e encontrem apoio para exercer seus mandatos e campanhas com segurança. “A formação política precisa caminhar lado a lado com a proteção das mulheres que escolhem servir à sociedade por meio da vida pública. O Observatório Nacional de Combate à Violência Política Contra a Mulher do Republicanos é um instrumento essencial de prevenção, orientação e acolhimento, e sua participação nas nossas capacitações amplia o alcance desse compromisso em todo o Brasil”, comentou a secretária nacional.
Em tempo, Rosangela Gomes, mandou mensagem aos presentes, que puderam ouvir atentamente às suas palavras de apoio e agradecimento. A coordenadora do órgão, parabenizou a secretária nacional pela iniciativa e agradeceu o convite à equipe do Observatório. Parabenizou seu amigo de bancada, deputado federal Carlos Gomes, presidente do Republicanos no Rio Grande do Sul, que também estava presente no evento. Além disso, mandou palavras de apoio às pré-candidatas que enfrentarão o pleito e rememorou sua gratidão à Beth Colombo, a qual tem muito apreço e carinho. “Beth é uma inspiração e me representa em todos os sentidos. É uma grande líder. Agradeço a ela, a Lizi e ao presidente Carlos Gomes por acolher o nosso Observatório e entenderem que a questão da violência política é uma realidade e que infelizmente isso coopera para o afastamento das mulheres na vida pública. Por isso, é tão importante estarmos juntos nesta causa, para termos cada vez mais mulheres preparadas e disponíveis para a disputa eleitoral”, finalizou.
Texto: Ascom Observatório Nacional de Combate à Violência Política Contra a Mulher
Fotos: cedidas
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