Início Notícias Palavra do Presidente

A corrupção é outro câncer maligno que consome a riqueza da nação

É hora de discutirmos o que realmente importa para todos nós, sem ataques infundados ou promessas eleitorais vazias.

Por admin · Da Redação04 de ago. de 20142 min de leitura

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afirmar, sem medo de errar, que sua sociedade está condenada.”

Essa citação da filósofa russo-americana Ayn Rand (uma judia fugitiva da Revolução Russa), da década de 1920, traduz o sentimento da sociedade brasileira atual. Nosso país é um gigante em todos os aspectos, porém tem sido apequenado por uma classe política mesquinha e incompetente.

A história mostra que os países mais desenvolvidos do mundo apostaram na força de trabalho de seu povo como mola propulsora. Esses governos incentivaram o empreendedorismo e a indústria, com menos impostos, regras claras e confiáveis e respeito à meritocracia.

Não tem sido o caso do Brasil. A carga tributária altíssima, a burocracia asfixiante e a instabilidade das leis têm gerado mais dúvidas do que certezas naqueles que investem ou gostariam de investir no País. Isso emperra o crescimento e prejudica principalmente o trabalhador comum.

A corrupção presente em todo lugar é outro câncer maligno que consome a riqueza da nação. O dinheiro que deveria ser investido em melhorias públicas vai parar no bolso dos bandidos engravatados. Não será possível tirar o Brasil da UTI enquanto essa sangria não for estancada.

Temos riquezas naturais, clima variado, terra produtiva e uma série de outras vantagens que colocariam nosso país no topo do desenvolvimento, porém o enfraquecimento da classe produtiva – trabalhador, empreendedor, industrial – tem prejudicado esse avanço.

Programas de transferência de renda são importantes, mas não um fim em si. O cidadão só alcançará sua plenitude e o país crescerá quando o trabalho for estimulado e a produção estiver no centro das atenções do governo, seja ele qual for.

O Brasil ainda tem jeito, mas respira por aparelhos. É hora de discutirmos o que realmente importa para todos nós, sem ataques infundados ou promessas eleitorais vazias. Fique atento, caro leitor.

 

Marcos Pereira

Presidente Nacional do PRB

Receba as novidades do 10

Um resumo por semana, com fonte e data, como tudo por aqui.

Assinar a newsletter
Republicanos 10Republicanos 10
Filie-se
Quem é quem
ImprensaOnde estamosDoeSIGESPFilie-se
Área do Filiado · SIGESP